A Expressão do Amor

Livro de autoria de Gladis Rodrigues Moreno. Editado pela Editora e Gráfica da Universidade Federal de Pelotas. Novembro de 2005.

Nesta obra, a autora expressa a manifestação do amor através de várias formas em meio ao homem e sua natureza, na vivência em interação com outros seres humanos.

O romance A EXPRESSÃO DO AMOR apresenta três etapas importantes da vida da personagem, enquanto criança, na adolescência e na fase adulta, vivendo cada uma delas marcadas pelas suas características próprias, mas sempre alicerçadas em princípios cristãos, onde a fé, o amor, a esperança e a perseverança foram a base sólida para superar todas as adversidades de sua vida e da vida de sua família.

Tem como principal contexto os fatos históricos ocorridos no País no período de 1960/1979.

É uma obra de Literatura Infanto-Juvenil, mas que certamente será apreciada pelos adultos, pois além das importantes informações concretas ocorridas no período, traz uma mensagem de otimismo, mesmo quando atravessamos momentos difíceis, sem deixar que nada nos afaste de nossos ideais e nos desanime na luta para alcançar nossos objetivos. 

 

 'Quando a vida é feita de sonhos e os sonhos se fazem poesia, aí então a vida se humaniza e a realidade se torna mais bonita do que os próprios sonhos' (Gladis Moreno)

 

 

Contato

Fale Comigo

Caro Colega!

Aguardo suas dúvidas, questionamentos e Sugestões.

Tenho a certeza de que juntos conseguiremos respondê-las.

Sempre encontraremos uma mensagem dizendo para fazermos as coisas da melhor forma possível.

E-mails:

gladisrm@bol.com.br

 

MSN:

gladis-moreno@hotmail.com

Um abraço!

Curriculum

Dados Pessoais

Nome: Gladis Rodrigues Moreno.

Filiação: José Carvalho Moreno e Geni Rodrigues Moreno.

Endereço: Avenida Presidente Juscelino K. Oliveira, 2000/210-A.

Telefone: (53) 9134-2934

 

Formação Acadêmica

Graduação em Pedagogia.

Habilitação Magistério das Cadeiras Pedagógicas e Supervisão Escolar- CESU/ASPES.1974/1978.

Especialização em Planejamento Educacional - Faculdade de Educação - ASPES.1980/1981.

Especialização em Metodologia do Ensino e Metodologia da Pesquisa - ASPES/PRODERF.1982/1983.

Políticas Públicas de Educação e Planejamento e Administração do Ensino–Cadeiras em nível de Mestrado, com defesa de Projeto de Dissertação, obtendo conceito A - FAE/UFPEL.1995/1997.

 

Atuação Profissional

Prestação de Serviços e Consultoria em:

 Atividades Literárias

Participação como Palestrante

Palestras realizadas em Universidades, Escolas Estaduais, Municipais, Particulares, Secretarias Municipais de Educação e Cursos de Formação de Professores, no período de 1990/2005, nos Municípios de: Pelotas, Jaguarão Pedro Osório, São Lourenço do Sul, Camaquã, Arroio Grande, Canguçu, Morro Redondo e Capão do Leão.

 

Palestras Realizadas em Eventos

Palestrante nos Cursos Acompanhamento Escolar e Educação Especial. Oferecido pela Secretaria da Educação de Pelotas – Projeto do FNDE, nos dias 23 e 24 de junho e 19 e 20 de agosto de 2005 em Pelotas, abordando os seguintes temas:

Apresentação do Trabalho Núcleo de Estudos sobre Alfabetização. V Seminário Repensando a Extensão na UCPel, realizado nos dias 06 e 07 de novembro de 1991, em Pelotas, na Universidade Católica de Pelotas.

Projetos Integrados do PRAI - Encontro das Instituições de Ensino superior, Delegacias de Educação e Secretarias Municipais de Educação do DGE-37. Agosto de 1984, em Sant''Ana do Livramento.

A Preparação para o Trabalho na nova Legislação (Lei 7044/83)- Seminário de Preparação para o Trabalho, 19ª DE/ASPES, Sant''Ana do Livramento (em nível regional). Outubro de 1984.

Projetos Integrados do PRAI e Atuação do CESu/ASPES - Encontro e Jornada de Estudos das Comissões Mistas do DGE-37, Cachoeira do Sul/RS, em agosto de 1985, setembro de 1986 em Sant’Ana do Livramento e outubro de 1987 em São Gabriel.

Reformulação do Curso de Pedagogia com Habilitação em Jardins de Infância e Pré-Escola - Primeiro Simpósio Internacional de Maternais, Jardins de Infância e Pré-escolas, conferido pela SOBRAPE, de 20 a 23 de Setembro de 1986, em Camboriú/SC.

Novas Perspectivas em Informática na Educação no CESu/ASPES – I Jornada Binacional de Educação e Informática, com apoio da UNESCO /URU, Departamento de Rivera/Uruguai.

Pesquisa Variabilidades Lingüísticas na Fronteira Brasil Uruguai – Curso sobre Aportes de la Psicolingüística al estudio del desarrollo del lenguaje en un medio bilingüe, realizado no período de 07 al 11 de noviembre de 1987, en Rivera. Uruguai. Universidad De la República, Facultad Humanidades Y Ciencias. Dpto. de Lingüística.

 

Experiência Profissional

Atividades Técnico-administrativas:

Prestação de serviços à UFPel na elaboração de pesquisas e relatórios das provas dos vestibulares, envolvendo as variáveis:

Elaboração do Regimento interno do CES/UFPel. 1999- 2002.

Diretora do CIPEL - Centro Integrado de Preparação do Estudante Ltda., com sede em Pelotas. 1998/1999.
  
Diretora do Instituto de Educação Assis Brasil. Pelotas. 1992/1994. Solicitação de aposentadoria. SE/RS. 

Coordenadora da Assessoria Técnica, Coordenadora do grupo de Planejamento e Programação e Supervisora da 5º DE. Pelotas. 1989/1992.

Coordenadora do Setor de Planejamento e Pesquisa - CESu/ASPES. Sant''Ana do Livramento. 1982/1988.

Coordenadora do Programa Regional de Ações Integradas - Universidades, DEs, SMECs. 1984/1988.

Coordenadora da Comissão de Infra-Estrutura para organização de seminários internacionais e organizadora de seminários regionais. CESu /ASPES. 1983/1988.

Responsável pela elaboração de processos para solicitação de pedidos de autorização e reconhecimento de cursos de nível superior. CESu/ASPES. 1983/1987.

Coordenadora do Curso de Professores- Ensino a Distâcia, com Treinamento em Serviço. 1986/1987.

 

Atividades Docentes:

Professora de Didática. FaE /UFPel. 1995/1996.

Professora de Prática de ensino e Metodologia do Ensino. FaE /UFPel. 1995/1996.

Professora de História da Educação. UCPel. 1990/1992.

Professora de Fundamentos Históricos da Educação. UCPel. 1990/1992.

Professora de Introdução às Licenciaturas. UCPel. 1990/1992.

Professora de Didática e Prática de Ensino. UCPel. 1990/1992.

Professora Titular de Ensino de Medidas Educacionais. CESu/ASPES. 1980/1988.

Professora de Métodos e técnicas de Pesquisa. CESu/ASPES. 1980/1988.

Metodologia da Pesquisa e Metodologia do Ensino, nos Cursos de Pedagogia, Habilitação em Supervisão Escolar, Orientação Educacional e Habilitação em Magistério das Cadeiras Pedagógicas.- CESu/ASPES. 1980/1988.

Professora do Curso de Preparação de Equipes Diretivas - 1985/1986.

 

Idiomas

Espanhol: Leio, falo e escrevo bem.

Italiano e Francês: Leio, falo e escrevo razoavelmente.

Educação

Seja bem-vindo à minha página na WEB. Sou a Professora Gladis Rodrigues Moreno e estou aqui para recebê-lo com carinho, competência e responsabilidade no atendimento à sua solicitação.

Tenho como objetivo oferecer serviços nas áreas em que adquiri experiência e domínio de conhecimento, tais como:

Sempre gostei da área de Ciências Humanas, mais especificamente Educação, onde me encontro gratificada pelo trabalho que realizo graças ao convívio, entrosamento e troca de informações com outras pessoas.

Considero que a Educação é antes de tudo estímulo de grandes transformações, onde o ser humano em comunhão com o outro, descobre-se a si mesmo e as possibilidades de utilizar-se do conhecimento, buscando seu crescimento, demarcando e aprimorando suas condições para consecução de suas idéias. Tornar a educação um fato concreto, é antes de tudo, um ato de conquista de todo o educador.

O meu interesse por assuntos como planejamento educacional e escolar, pesquisas em geral, processo ensino, aprendizagem e avaliação, levou-me a escrever textos, criar conceitos e realizar pesquisas.

A inter-relação que existe entre contexto sociedade/escola exige que se procure a cada dia, novas formas de se trabalhar o processo educativo numa perspectiva social e humana, voltada para uma tendência transformadora, onde a práxis educacional permita, tanto ao educando quanto ao professor, criar, recriar e construir o seu conhecimento.

Projeto político-pedagógico, regimento escolar, planos de estudos e projetos de sala de aula, devem ser referenciais teóricos que configurem a ação concreta da escola e envolva a comunidade escolar na busca de sua filosofia.

Caro colega, não renuncie à Humanidade. Prepare seus educandos para a vida, torne seus conteúdos vivos para que seus alunos se tornem homens conscientes, críticos, responsáveis, integrados na sociedade, sábios e livres.

 

"O trabalho sem amor nos faz escravos, a dedicação sem amor nos faz servis." (Autor desconhecido)

Inicial

[MENSAGEM_DO_DIA]

Seja bem-vindo à minha página na WEB. Sou a Professora, Escritora, Pesquisadora  e Poeta Gladis Rodrigues Moreno e estou aqui para recebê-lo com carinho, competência e responsabilidade no atendimento à sua solicitação.

[ULTIMA_PUBLICACAO=poesias]

[PREVISAO_DO_TEMPO=pelotas]

[NOTICIAS]

        

 

Nesta obra, a autora expressa a manifestação do amor através de várias formas em meio ao homem e sua natureza, apresentando três etapas importantes da vida da personagem: enquanto criança, na adolescência e na fase adulta.
Leia Mais...



Visite o site www.cappaz.com.br



Visite o site www.avspe.eti.br

Literatura

Seja bem-vindo à minha página na WEB. Sou a Professora Gladis Rodrigues Moreno e estou aqui para recebê-lo com carinho, competência e responsabilidade no atendimento à sua solicitação.

Tenho como objetivo oferecer serviços nas áreas em que adquiri experiência e domínio de conhecimento, tais como:

Sempre gostei da área de Ciências Humanas, mais especificamente Educação, onde me encontro gratificada pelo trabalho que realizo graças ao convívio, entrosamento e troca de informações com outras pessoas.

Considero que a Educação é antes de tudo estímulo de grandes transformações, onde o ser humano em comunhão com o outro, descobre-se a si mesmo e as possibilidades de utilizar-se do conhecimento, buscando seu crescimento, demarcando e aprimorando suas condições para consecução de suas idéias. Tornar a educação um fato concreto, é antes de tudo, um ato de conquista de todo o educador.

O meu interesse por assuntos como planejamento educacional e escolar, pesquisas em geral, processo ensino, aprendizagem e avaliação, levou-me a escrever textos, criar conceitos e realizar pesquisas.

A inter-relação que existe entre contexto sociedade/escola exige que se procure a cada dia, novas formas de se trabalhar o processo educativo numa perspectiva social e humana, voltada para uma tendência transformadora, onde a práxis educacional permita, tanto ao educando quanto ao professor, criar, recriar e construir o seu conhecimento.

Projeto político-pedagógico, regimento escolar, planos de estudos e projetos de sala de aula, devem ser referenciais teóricos que configurem a ação concreta da escola e envolva a comunidade escolar na busca de sua filosofia.

Caro colega, não renuncie à Humanidade. Prepare seus educandos para a vida, torne seus conteúdos vivos para que seus alunos se tornem homens conscientes, críticos, responsáveis, integrados na sociedade, sábios e livres.

 

"O trabalho sem amor nos faz escravos, a dedicação sem amor nos faz servis." (Autor desconhecido)

Poesias
        É NATAL

É Natal!
Renasce a fé no coração dos homens,
Os espíritos se elevam diante da grandiosidade,
E o amor que deve existir todos os dias
Começa a tomar forma com a cristandade.
As pessoas se tornam mais bondosas,
É tempo de paz e de serenidade.

É Natal!
Desejo ardente de renovação e de mudança,
A humanidade procura em cada canto,
E cada criança se enche de esperança.
Papai Noel vai chegar, trazer presente,
Mas o importante é que exista amor,
E os corações palpitem alegremente.

É Natal!
No comércio as lojas enfeitadas
Marcam ainda mais a época da competição,
Quem pode mais compra presente caro,
Esquece o momento da reflexão,
Do amor ao próximo, da caridade,
De tornar-se humilde pelo coração.

É Natal!
E assim é a vida e mesmo assim se quer vivê-la,
Mas é preciso doar, repartir o pão,
Só assim o verdadeiro Natal se realiza,
E Jesus Cristo será renovação,
Aí então O Menino renasce,
Não será só sonho, não será só ilusão.

É Natal!
Um mundo novo então ressurgirá,
Espalhando amor e paz por toda a parte
E pulsando até a alma de contentes,
Demo-nos as mãos, sigamos em frente
Que a esperança lá já nos espera.
É preciso acreditar pra vida ficar mais bela.

                                 Gladis Rodrigues Moreno
                                               Poesia Publicada nos dias 24 e 25 de dezembro de 2006
                                               Diário da Manhã – Página do CLIPE

Poesias
        É NATAL

É Natal!
Renasce a fé no coração dos homens,
Os espíritos se elevam diante da grandiosidade,
E o amor que deve existir todos os dias
Começa a tomar forma com a cristandade.
As pessoas se tornam mais bondosas,
É tempo de paz e de serenidade.

É Natal!
Desejo ardente de renovação e de mudança,
A humanidade procura em cada canto,
E cada criança se enche de esperança.
Papai Noel vai chegar, trazer presente,
Mas o importante é que exista amor,
E os corações palpitem alegremente.

É Natal!
No comércio as lojas enfeitadas
Marcam ainda mais a época da competição,
Quem pode mais compra presente caro,
Esquece o momento da reflexão,
Do amor ao próximo, da caridade,
De tornar-se humilde pelo coração.

É Natal!
E assim é a vida e mesmo assim se quer vivê-la,
Mas é preciso doar, repartir o pão,
Só assim o verdadeiro Natal se realiza,
E Jesus Cristo será renovação,
Aí então O Menino renasce,
Não será só sonho, não será só ilusão.

É Natal!
Um mundo novo então ressurgirá,
Espalhando amor e paz por toda a parte
E pulsando até a alma de contentes,
Demo-nos as mãos, sigamos em frente
Que a esperança lá já nos espera.
É preciso acreditar pra vida ficar mais bela.

                                 Gladis Rodrigues Moreno
                                               Poesia Publicada nos dias 24 e 25 de dezembro de 2006
                                               Diário da Manhã – Página do CLIPE

Poesias

DEVANEIOS

Nas nuvens caminhava,
Pra ver se te encontrava.
No vazio do espaço
Abri os meus braços,
Busquei teus abraços.
Na beleza da flor
Procurei teu amor,
Na fonte dos desejos,
Desejei por teus beijos.
O devaneio passou,
Mas tua ausência ficou.
Pra realidade despertei,
E na saudade te encontrei.            

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

DEVANEIOS

Nas nuvens caminhava,
Pra ver se te encontrava.
No vazio do espaço
Abri os meus braços,
Busquei teus abraços.
Na beleza da flor
Procurei teu amor,
Na fonte dos desejos,
Desejei por teus beijos.
O devaneio passou,
Mas tua ausência ficou.
Pra realidade despertei,
E na saudade te encontrei.            

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

É  NATAL

É Natal!
Renasce a fé no coração dos homens,
Os espíritos se elevam diante da grandiosidade,
E o amor que deve existir todos os dias
Começa a tomar forma com a cristandade.
As pessoas se tornam mais bondosas,
É tempo de paz e de serenidade.

É Natal!
Desejo ardente de renovação e de mudança,
A humanidade procura em cada canto,
E cada criança se enche de esperança.
Papai Noel vai chegar, trazer presente,
Mas o importante é que exista amor,
E os corações palpitem alegremente.

É Natal!
No comércio as lojas enfeitadas
Marcam ainda mais a época da competição,
Quem pode mais compra presente caro,
Esquece o momento da reflexão,
Do amor ao próximo, da caridade,
De tornar-se humilde pelo coração.

É Natal!
E assim é a vida e mesmo assim se quer vivê-la,
Mas é preciso doar, repartir o pão,
Só assim o verdadeiro Natal se realiza,
E Jesus Cristo será renovação,
Aí então O Menino renasce,
Não será só sonho, não será só ilusão.

É Natal!
Um mundo novo então ressurgirá,
Espalhando amor e paz por toda a parte
E pulsando até a alma de contentes,
Demo-nos as mãos, sigamos em frente
Que a esperança lá já nos espera.
É preciso acreditar pra vida ficar mais bela.

                                 Gladis Rodrigues Moreno
                                               Poesia Publicada nos dias 24 e 25 de dezembro de 2006
                                               Diário da Manhã – Página do CLIPE

Poesias

É  NATAL

É Natal!
Renasce a fé no coração dos homens,
Os espíritos se elevam diante da grandiosidade,
E o amor que deve existir todos os dias
Começa a tomar forma com a cristandade.
As pessoas se tornam mais bondosas,
É tempo de paz e de serenidade.

É Natal!
Desejo ardente de renovação e de mudança,
A humanidade procura em cada canto,
E cada criança se enche de esperança.
Papai Noel vai chegar, trazer presente,
Mas o importante é que exista amor,
E os corações palpitem alegremente.

É Natal!
No comércio as lojas enfeitadas
Marcam ainda mais a época da competição,
Quem pode mais compra presente caro,
Esquece o momento da reflexão,
Do amor ao próximo, da caridade,
De tornar-se humilde pelo coração.

É Natal!
E assim é a vida e mesmo assim se quer vivê-la,
Mas é preciso doar, repartir o pão,
Só assim o verdadeiro Natal se realiza,
E Jesus Cristo será renovação,
Aí então O Menino renasce,
Não será só sonho, não será só ilusão.

É Natal!
Um mundo novo então ressurgirá,
Espalhando amor e paz por toda a parte
E pulsando até a alma de contentes,
Demo-nos as mãos, sigamos em frente
Que a esperança lá já nos espera.
É preciso acreditar pra vida ficar mais bela.

                                 Gladis Rodrigues Moreno
                                               Poesia Publicada nos dias 24 e 25 de dezembro de 2006
                                               Diário da Manhã – Página do CLIPE

Poesias

MÃOS DE PAZ

Mãos que se erguem em muda oração,
Mãos que se entrelaçam num um pedido de paz.
Mãos que se estendem para a acolhida,             
Mãos que acenam em triste despedida.

Mãos calejadas que semeiam a terra,
Mãos que se apertam selando amizade,
Mãos que se tocam buscando carinho,
Mãos que se agitam celebrando liberdade.

Mãos que aclamam o sentido da vida,
Quando trabalham para doenças curar.
Mãos que rezam em agradecimento,
Deixando as lágrimas pela face rolar.

Mãos que caminham juntas numa plena entrega,
Ao perceberem ser de tudo "CAPPAZ",
Quando olham para o alto com o coração,
Estampando na fronte o que a esperança lhes traz.
                              MÃOS DE PAZ

                                                                               Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

MÃOS DE PAZ

Mãos que se erguem em muda oração,
Mãos que se entrelaçam num um pedido de paz.
Mãos que se estendem para a acolhida,             
Mãos que acenam em triste despedida.

Mãos calejadas que semeiam a terra,
Mãos que se apertam selando amizade,
Mãos que se tocam buscando carinho,
Mãos que se agitam celebrando liberdade.

Mãos que aclamam o sentido da vida,
Quando trabalham para doenças curar.
Mãos que rezam em agradecimento,
Deixando as lágrimas pela face rolar.

Mãos que caminham juntas numa plena entrega,
Ao perceberem ser de tudo "CAPPAZ",
Quando olham para o alto com o coração,
Estampando na fronte o que a esperança lhes traz.
                              MÃOS DE PAZ

                                                                               Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

RETRATOS DO MEU EU

Meu Eu já teve a ousadia dos que amam,
Com amor tão puro, quase angelical,
E descobriu que esse querer tão desmedido,
Que só me Eu amando – unilateral,
É amor que não constrói,
É amor que só nos dói.

Meu Eu já conheceu do amor todo o fascínio,
Mas sem saber que só correspondido alcançaria,
Todo o poder, o encanto e a magia.
Esqueceu – pra transformar amor em sedução,
É preciso que haja dois,
Unidos na mesma paixão.

Então meu Eu se fechou pra esse amor, se retraiu,
Porque a força que irradia dos que amam,
Transmite confiança e determinação.
E meu Eu que era todo coração,
Perdeu coragem, deixou seus sonhos,
Pra fazer deles versos, em canção.

Mas um dia meu Eu voltará a compreender,
Que repartindo seu amor com outros – alguém,
Que continuando a distribuir carinho,
Ele será o Eu que ama, e também
Não será mais só retratado em verso,
E sim, parte ativa do universo.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

RETRATOS DO MEU EU

Meu Eu já teve a ousadia dos que amam,
Com amor tão puro, quase angelical,
E descobriu que esse querer tão desmedido,
Que só me Eu amando – unilateral,
É amor que não constrói,
É amor que só nos dói.

Meu Eu já conheceu do amor todo o fascínio,
Mas sem saber que só correspondido alcançaria,
Todo o poder, o encanto e a magia.
Esqueceu – pra transformar amor em sedução,
É preciso que haja dois,
Unidos na mesma paixão.

Então meu Eu se fechou pra esse amor, se retraiu,
Porque a força que irradia dos que amam,
Transmite confiança e determinação.
E meu Eu que era todo coração,
Perdeu coragem, deixou seus sonhos,
Pra fazer deles versos, em canção.

Mas um dia meu Eu voltará a compreender,
Que repartindo seu amor com outros – alguém,
Que continuando a distribuir carinho,
Ele será o Eu que ama, e também
Não será mais só retratado em verso,
E sim, parte ativa do universo.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

DOCE IMAGINAÇÃO

Que sentimento é este
Que me faz perder a calma,
Que me toma inteira
Desde o corpo até a alma, 
E em doce entrega 
Nos teus braços me imagino,
Contradizendo o real,
Querendo burlar destinos?
Que sentimento é este
Fantasiado de lembranças,
Fazendo voltar meu tempo 
De pensamentos criança,
Sem maldades, sem mentiras,
Somente sonhos sonhados,
Acaso no tempo da vida
Florescerão? Então... Revelados.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

DOCE IMAGINAÇÃO

Que sentimento é este
Que me faz perder a calma,
Que me toma inteira
Desde o corpo até a alma, 
E em doce entrega 
Nos teus braços me imagino,
Contradizendo o real,
Querendo burlar destinos?
Que sentimento é este
Fantasiado de lembranças,
Fazendo voltar meu tempo 
De pensamentos criança,
Sem maldades, sem mentiras,
Somente sonhos sonhados,
Acaso no tempo da vida
Florescerão? Então... Revelados.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

NOITE

O silêncio se fez , a noite chegou,
No giro da terra mais um dia se foi,
Na fronte tombada a tristeza deixou,
Na alegria incontida a esperança ficou.

Noite sorrateira que chega na sombra,
Sussurrando aos ares, refrescando a bruma,
Por que cantas tão baixo se a estrela te sonda
E a lua encoberta pelas nuvens te ronda.

Te escondas ou te mostres de nada adianta,
Constelações cintilantes muito te revelam,
O mundo lá fora logo se levanta,
E a ave desperta, abre as asas e canta.

És a noite de muitos, dos que riem e que choram,
Do grito que ecoa da garganta da fera,
Dos prazeres mundanos, dos monges que oram,
Dos sonhos perdidos, dos amores que afloram.

 

 
 Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

NOITE

O silêncio se fez , a noite chegou,
No giro da terra mais um dia se foi,
Na fronte tombada a tristeza deixou,
Na alegria incontida a esperança ficou.

Noite sorrateira que chega na sombra,
Sussurrando aos ares, refrescando a bruma,
Por que cantas tão baixo se a estrela te sonda
E a lua encoberta pelas nuvens te ronda.

Te escondas ou te mostres de nada adianta,
Constelações cintilantes muito te revelam,
O mundo lá fora logo se levanta,
E a ave desperta, abre as asas e canta.

És a noite de muitos, dos que riem e que choram,
Do grito que ecoa da garganta da fera,
Dos prazeres mundanos, dos monges que oram,
Dos sonhos perdidos, dos amores que afloram.

 

 
 Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

PRIMAVERA  E PRIMA VERA

A prima Vera está chegando
Do outro lado do mundo,
Na mala vem à saudade,
E sentimentos profundos.
Volta pra casa contente,
Vem em busca de outros mares,
O sol já lhe doura mente,
Enfim,  no seu ocidente.

E chega na primavera,
Bem na estação das flores
Seu perfume embalsamando os ares
Também traz novos amores.
São primaveras rosas, amarelas,
Vermelhas, lilazes e matizadas,
Púrpuras cintilantes, azuladas,
É o despertar da natureza em cores.

A Vera, minha prima
É como a primavera,
Tem flores pelos cabelos,
Cheia de encantos e quimeras.
Traz no tempo a juventude
De aurora perfumada,
Fonte de vida e de luz,
Esplendor de alvorada.

Primavera ou prima Vera,
Ornamentadas donzelas,
São jardins de campos férteis,
Alma de flores tão belas,
Relvas suaves umedecidas,
Sementeiras de esperança,
Onde brincam os vaga-lumes
Como se fossem crianças.


Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

PRIMAVERA  E PRIMA VERA

A prima Vera está chegando
Do outro lado do mundo,
Na mala vem à saudade,
E sentimentos profundos.
Volta pra casa contente,
Vem em busca de outros mares,
O sol já lhe doura mente,
Enfim,  no seu ocidente.

E chega na primavera,
Bem na estação das flores
Seu perfume embalsamando os ares
Também traz novos amores.
São primaveras rosas, amarelas,
Vermelhas, lilazes e matizadas,
Púrpuras cintilantes, azuladas,
É o despertar da natureza em cores.

A Vera, minha prima
É como a primavera,
Tem flores pelos cabelos,
Cheia de encantos e quimeras.
Traz no tempo a juventude
De aurora perfumada,
Fonte de vida e de luz,
Esplendor de alvorada.

Primavera ou prima Vera,
Ornamentadas donzelas,
São jardins de campos férteis,
Alma de flores tão belas,
Relvas suaves umedecidas,
Sementeiras de esperança,
Onde brincam os vaga-lumes
Como se fossem crianças.


Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

A PAZ EM TODAS AS IDADES

Nao nasci ontem,
Vim com a efervescência da vida,
Com o nascimento do homem.
Outras vezes penso que ainda nem vivi,
Mas sei que posso chegar com a sabedoria dos que amam,
E caminhar de mãos dadas com a humildade.
Do meu tempo não sei,
Nem da idade que me representa.
Pode ser a do óvulo ainda não concebido,
Do recém nascido,
Da criança que corre,
Do jovem que caminha apressado,
Do velho que anda alquebrado.
Por muito desejo que me encontrem,
Mas por pouco se afastam de mim,
E quando penso que alguém vai me encontrar,
Logo esse alguém se perde, sem paciência para me cultivar. 
Todos dizem que me querem em suas vidas,
Mas poucos me tomam como preferida.
Se podes me encontrar?
Procura-me no teu interior,
Na solidariedade com o teu irmão,
No amor incondicional,
Ou no simples orvalho da flor.
Queres me descrever?
Não o faças por metáforas,
Nem com palavras complicadas.
Sou simples, real, e quero ser encontrada.
Certa vez o Verbo se fez Carne e neste mundo habitou,
Veio para trazer-me, cheio de esperança,
colocar-me entre os homens,
Mas não O entenderam, então Ele se sacrificou.
Foi cuspido, injustiçado,
Crucificado.
E assim eu continuo minha caminhada,
Procurando um lugar para ficar,
E nele fazer morada.
Quem sou eu?
Chamam-me de Paz.
Caso pertenças aos que me procuram,
Encontre-me se és um CAPPAZ.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno
29/10/08

 

 

 

 

 

 

Poesias

A PAZ EM TODAS AS IDADES

Nao nasci ontem,
Vim com a efervescência da vida,
Com o nascimento do homem.
Outras vezes penso que ainda nem vivi,
Mas sei que posso chegar com a sabedoria dos que amam,
E caminhar de mãos dadas com a humildade.
Do meu tempo não sei,
Nem da idade que me representa.
Pode ser a do óvulo ainda não concebido,
Do recém nascido,
Da criança que corre,
Do jovem que caminha apressado,
Do velho que anda alquebrado.
Por muito desejo que me encontrem,
Mas por pouco se afastam de mim,
E quando penso que alguém vai me encontrar,
Logo esse alguém se perde, sem paciência para me cultivar. 
Todos dizem que me querem em suas vidas,
Mas poucos me tomam como preferida.
Se podes me encontrar?
Procura-me no teu interior,
Na solidariedade com o teu irmão,
No amor incondicional,
Ou no simples orvalho da flor.
Queres me descrever?
Não o faças por metáforas,
Nem com palavras complicadas.
Sou simples, real, e quero ser encontrada.
Certa vez o Verbo se fez Carne e neste mundo habitou,
Veio para trazer-me, cheio de esperança,
colocar-me entre os homens,
Mas não O entenderam, então Ele se sacrificou.
Foi cuspido, injustiçado,
Crucificado.
E assim eu continuo minha caminhada,
Procurando um lugar para ficar,
E nele fazer morada.
Quem sou eu?
Chamam-me de Paz.
Caso pertenças aos que me procuram,
Encontre-me se és um CAPPAZ.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno
29/10/08

 

 

 

 

 

 

Poesias

A PAZ MUNDIAL


Paz! Três letras, uma pequena palavra,
Mas de uma força tão grande capaz de mudar o mundo,
Se houver amor no coração dos homens,
Homens dotados de amor profundo.
Homens de boa vontade, de saber-se irmãos
Diante da vida que tão logo passa,
E que por egoísmo não a passe em vão.

Paz! O mundo todo pede, procura, reza por ela,
Mas os que têm o poder de mudar a situação,
Provocam guerras, mantém a fome, cultivam doenças e desnutrição.
E num mundo tão grande, onde a natureza foi perfeita,
Onde tudo foi criado para uma bela existência,
A mão do homem provoca a desgraça,
E não contente continua, faz questão de sua permanência.

Paz! São poucos os poderosos que comandam o mundo,
E será que foi Deus quem deu a eles o poder?
De comandar a desgraça da humanidade,
De deixar crianças, jovens e idosos humilhados,
Como farrapos humanos, desgraçados...
Pela força esmagadora da maldade,
Sem piedade, sofrerem até morrer?

Paz! Mas promover o bem da humanidade não lhes interessa,
Porque a vaidade é mais forte, está em ver o que é bonito,
Então fecham os olhos pra não ver o feio,
E tapam os ouvidos pra não ouvir do infeliz os gritos.
E porque a força que comanda o mundo,
Não é a paz, não é o amor que Deus nos deu.
É o poder. E então por ele, o mundo que era belo se perdeu.

Paz! Não! É impossível acreditar que o mundo se perdeu,
Porque enquanto existir fé, existir esperança,
Homens que sonham e com alma de criança,
Não foi por nada que o mundo aconteceu.
E contrariando a ciência, em minha crença, O Criador tem o poder.
E o criou por amor, para que fôssemos felizes,
Como seus semelhantes, não nos fez para sofrer.                         

Paz!  Ah! Tão almejada paz...

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

A PAZ MUNDIAL


Paz! Três letras, uma pequena palavra,
Mas de uma força tão grande capaz de mudar o mundo,
Se houver amor no coração dos homens,
Homens dotados de amor profundo.
Homens de boa vontade, de saber-se irmãos
Diante da vida que tão logo passa,
E que por egoísmo não a passe em vão.

Paz! O mundo todo pede, procura, reza por ela,
Mas os que têm o poder de mudar a situação,
Provocam guerras, mantém a fome, cultivam doenças e desnutrição.
E num mundo tão grande, onde a natureza foi perfeita,
Onde tudo foi criado para uma bela existência,
A mão do homem provoca a desgraça,
E não contente continua, faz questão de sua permanência.

Paz! São poucos os poderosos que comandam o mundo,
E será que foi Deus quem deu a eles o poder?
De comandar a desgraça da humanidade,
De deixar crianças, jovens e idosos humilhados,
Como farrapos humanos, desgraçados...
Pela força esmagadora da maldade,
Sem piedade, sofrerem até morrer?

Paz! Mas promover o bem da humanidade não lhes interessa,
Porque a vaidade é mais forte, está em ver o que é bonito,
Então fecham os olhos pra não ver o feio,
E tapam os ouvidos pra não ouvir do infeliz os gritos.
E porque a força que comanda o mundo,
Não é a paz, não é o amor que Deus nos deu.
É o poder. E então por ele, o mundo que era belo se perdeu.

Paz! Não! É impossível acreditar que o mundo se perdeu,
Porque enquanto existir fé, existir esperança,
Homens que sonham e com alma de criança,
Não foi por nada que o mundo aconteceu.
E contrariando a ciência, em minha crença, O Criador tem o poder.
E o criou por amor, para que fôssemos felizes,
Como seus semelhantes, não nos fez para sofrer.                         

Paz!  Ah! Tão almejada paz...

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

A SENHORA DE TODOS OS MOMENTOS

Um olhar distante,
Uma saudade escondida.
Um sonho que passou,
Lembranças revividas,
Um vazio que ficou.
Então Ela se revela inteira,
Manifesta-se em nosso ser,
Nos faz escrever.
É a Poesia!

E quando chega o por do sol?
Lindo, colorindo o horizonte,
Já prevendo o amanhecer,
O pensamento voa,
Livremente, divaga a toa.
E no semblante sorridente,
Inspirando as emoções,
Ela surge novamente, galante, fugaz, saliente.
É a Poesia!

O mar esta sereno, azulado,
Ou com águas revoltas, esverdeado,
Céu encoberto, estrelado.
Constelações visíveis,
Imagens inesquecíveis.
E as letras vão formando palavras,
Se tornando versos, estrofes,
Expressões sensíveis.
É a Poesia!

E quando tudo é alegria?
Vida feliz, sem saudade, sem dor,
Mesmo assim ela aparece,
Na felicidade, no amor.
Então a caneta desliza sobre o papel,
Como se em vez de tinta houvesse mel,
Ela chega, esbanjando sentimento.
Puro encantamento.
E a Poesia! A Senhora de todos os momentos.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

A SENHORA DE TODOS OS MOMENTOS

Um olhar distante,
Uma saudade escondida.
Um sonho que passou,
Lembranças revividas,
Um vazio que ficou.
Então Ela se revela inteira,
Manifesta-se em nosso ser,
Nos faz escrever.
É a Poesia!

E quando chega o por do sol?
Lindo, colorindo o horizonte,
Já prevendo o amanhecer,
O pensamento voa,
Livremente, divaga a toa.
E no semblante sorridente,
Inspirando as emoções,
Ela surge novamente, galante, fugaz, saliente.
É a Poesia!

O mar esta sereno, azulado,
Ou com águas revoltas, esverdeado,
Céu encoberto, estrelado.
Constelações visíveis,
Imagens inesquecíveis.
E as letras vão formando palavras,
Se tornando versos, estrofes,
Expressões sensíveis.
É a Poesia!

E quando tudo é alegria?
Vida feliz, sem saudade, sem dor,
Mesmo assim ela aparece,
Na felicidade, no amor.
Então a caneta desliza sobre o papel,
Como se em vez de tinta houvesse mel,
Ela chega, esbanjando sentimento.
Puro encantamento.
E a Poesia! A Senhora de todos os momentos.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

AS SERENATAS

Que lindos tempos aqueles
Das noites de serenatas,
Lembranças ternas de autrora,
Que se tornavam encantadas,
quando o jovem cancioneiro
Nas canções que ele cantava,
Do amor já prisioneiro 
À amada dedicava.

Agradecendo a homenagem
Os pais abriam a janela,
Enquanto a filha "quietiinha",
Sabia que era pra ela.
O amor correspondido
Levava embora a tristeza,
Deixava no ar a esperança,
Com romantismo e beleza.

Cantores eram lembrados:
Altemar Dutra; Jobim;
Nelson Gonçalves; Caymme;
E tantos outros, enfim...
Hoje já não é moderno.
Que pena! Já não existem,
Mas amor, saudade e beleza
No cancioneiro persistem.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

AS SERENATAS

Que lindos tempos aqueles
Das noites de serenatas,
Lembranças ternas de autrora,
Que se tornavam encantadas,
quando o jovem cancioneiro
Nas canções que ele cantava,
Do amor já prisioneiro 
À amada dedicava.

Agradecendo a homenagem
Os pais abriam a janela,
Enquanto a filha "quietiinha",
Sabia que era pra ela.
O amor correspondido
Levava embora a tristeza,
Deixava no ar a esperança,
Com romantismo e beleza.

Cantores eram lembrados:
Altemar Dutra; Jobim;
Nelson Gonçalves; Caymme;
E tantos outros, enfim...
Hoje já não é moderno.
Que pena! Já não existem,
Mas amor, saudade e beleza
No cancioneiro persistem.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

DOM QUIXOTE DAS EMOÇÕES

O amor. Ah! O amor
Incansável cavaleiro errante,
Cavalgando pelos campos das ilusões,
Sem paradeiro, sem idade,
Dom Quixote das emoções.
Procura identidade,
Na metamorfose do abstrato para o concreto.
Essência de vida, quer doar-se,
Sobrepor-se ao tempo,
Chegar ao seu destino,
Tornar-se plenitude do ser,
Bater forte no habitat certo,
Ocoração dos homens,
E nele permanecer.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

DOM QUIXOTE DAS EMOÇÕES

O amor. Ah! O amor
Incansável cavaleiro errante,
Cavalgando pelos campos das ilusões,
Sem paradeiro, sem idade,
Dom Quixote das emoções.
Procura identidade,
Na metamorfose do abstrato para o concreto.
Essência de vida, quer doar-se,
Sobrepor-se ao tempo,
Chegar ao seu destino,
Tornar-se plenitude do ser,
Bater forte no habitat certo,
Ocoração dos homens,
E nele permanecer.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

EM ALERTA

O Ecossistema grita por socorro,
A Mãe Natureza clama por consciência.
Ouçamos o apelo em favor da ecologia,
Dela fazemos parte, usemos nossa inteligência.
Lutemos pela vida, sejamos o farol,
Enquanto ainda temos água,
Enquanto ainda existe sol.

Temos conhecimento do conflito planetário.
Salvemo-lo enquanto existem florestas,
Pássaros, borboletas e flores desabrochando,
Enquanto os animais ainda brincam em festa...
Pelos campos, matas, terra e mar,
E de coração ainda latejante,
O homem é capaz de amar.

Revertemos o aquecimento global.
Cantemos em poesia nossa sensibilidade,
Diante do processo que mais e mais destrói
Nosso Planeta. É de nossa responsabilidade
A poluição do meio ambiente,
A energia da cadeia alimentar.
Basta. Não sejamos mais inconseqüentes.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

EM ALERTA

O Ecossistema grita por socorro,
A Mãe Natureza clama por consciência.
Ouçamos o apelo em favor da ecologia,
Dela fazemos parte, usemos nossa inteligência.
Lutemos pela vida, sejamos o farol,
Enquanto ainda temos água,
Enquanto ainda existe sol.

Temos conhecimento do conflito planetário.
Salvemo-lo enquanto existem florestas,
Pássaros, borboletas e flores desabrochando,
Enquanto os animais ainda brincam em festa...
Pelos campos, matas, terra e mar,
E de coração ainda latejante,
O homem é capaz de amar.

Revertemos o aquecimento global.
Cantemos em poesia nossa sensibilidade,
Diante do processo que mais e mais destrói
Nosso Planeta. É de nossa responsabilidade
A poluição do meio ambiente,
A energia da cadeia alimentar.
Basta. Não sejamos mais inconseqüentes.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

MEU COMPROMISSO COM A PAZ

Paz! Patrimônio esquecido da humanidade,
Pisoteada pérola. A mais preciosa.
Onde te jogaram desde remotos tempos?
Resquício de esperança,
Almejado sonho de aurora gloriosa,
Fonte de energias jogadas aos ventos.

Paz! Contigo é o meu compromisso. Façamos um acordo.
Acenderei todas as luzes para os caminhos do amor,
Plantarei todas as flores para colorir tua chegada,
Para merecer-te, quero ser tocada pelas Graças do Senhor,
E dar-te passada, para que em nossos caminhos,
Possas um dia fazer tua morada.

Prometo. O meu interior será inteirinho para ti,
E brilharás em mim de dentro para fora,
Pois em minha serenidade descobri,
Que a cada despertar de minha aurora,
Abrirás as portas do meu coração,
Para a esperança, o amor e o perdão.

Paz! Divina dádiva esperada.
Desperta nos homens a consciência,
Para dedicarem a cada amanhecer,
Chuvas de otimismo. E com paciência,
Sorriso nos lábios e nos olhos a luminosidade,
Carregarem a bandeira da fraternidade.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

MEU COMPROMISSO COM A PAZ

Paz! Patrimônio esquecido da humanidade,
Pisoteada pérola. A mais preciosa.
Onde te jogaram desde remotos tempos?
Resquício de esperança,
Almejado sonho de aurora gloriosa,
Fonte de energias jogadas aos ventos.

Paz! Contigo é o meu compromisso. Façamos um acordo.
Acenderei todas as luzes para os caminhos do amor,
Plantarei todas as flores para colorir tua chegada,
Para merecer-te, quero ser tocada pelas Graças do Senhor,
E dar-te passada, para que em nossos caminhos,
Possas um dia fazer tua morada.

Prometo. O meu interior será inteirinho para ti,
E brilharás em mim de dentro para fora,
Pois em minha serenidade descobri,
Que a cada despertar de minha aurora,
Abrirás as portas do meu coração,
Para a esperança, o amor e o perdão.

Paz! Divina dádiva esperada.
Desperta nos homens a consciência,
Para dedicarem a cada amanhecer,
Chuvas de otimismo. E com paciência,
Sorriso nos lábios e nos olhos a luminosidade,
Carregarem a bandeira da fraternidade.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

MULHER

Mulher, com M de menina, de moça, de mãe e de Maria.
Menina feliz, que brinca, que ri, que canta e que chora,
Em sua inocência transmite confiança,
Desconhece o futuro da vida lá fora.
Menina criança que da vida lá fora
Conhece a dureza pra sobreviver,
Que fica nas ruas pedindo, fugindo,
Pois no mundo em que vive é o que resta a fazer.

M de menina adolescendo, crescendo, sofrendo e vivendo
O processo de maturação que a idade lhe obriga,
Tal como a crisálida agarrada ao galho da árvore,
Desesperada desfaz-se do invólucro, que tanto a castiga.
M de moça, irradiando encanto em sua juventude,
Adolescente passou pela metamorfose da vida,
E em deslumbrante transformação,
Contempla o futuro com determinação.

M de mulher madura, que trabalha, que realiza,
Que participa buscando seu espaço na luta diária,
E em todas as profissões demonstra competência,
Busca igualdade, mesmo enfrentando represálias.
M de Menchú – da guatemalteca Rigoberta, Prêmio Nobel da Paz.
Que lutou por seu povo indígena, e pelo continente de todos nós,
E mesmo com pouco estudo era mestre na ciência,
Na ciência do humanismo e da luta pela sobrevivência.

M de Maria Carolina de Jesus em seu “Quarto de Despejo”.
Falando com humildade e sabedoria cultural de analfabeta,
Mostrou lados diferentes dos problemas brasileiros,
Das discriminações sem sentido para alguém tão altaneiro.
M de Margarida Alves, sindicalista paraibana,
Mártir defensora dos trabalhadores rurais,
Tal como Roseli Nunes da Silva – a gaúcha,
Que morreu defendendo direitos iguais.

M de Mãe, mulher forte e ao mesmo tempo tão doce.
Mãe casada, solteira, rica, remediada ou pobre,
Que acredita num mundo melhor para seus filhos,
Mãe de uma sociedade mais justa e de princípios nobres.
Mãe de imenso amor, incansável e sábia neste mundo,
Que é feliz com a felicidade dos que ama,
Porque amor de mãe é sublime, amor de mãe é profundo.

M de Maria. Virgem Mãe de todos nós,
Exemplo de fé, de esperança e despojamento,
Que por Seu Filho mostrou toda a coragem,
Mesmo com toda dor e sofrimento.
Virgem Mãe – A humanidade TE precisa,
Não nos desampare em nossa luta constante,
Envia forças para todas as mulheres,
Testemunharem seu amor a cada instante.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

MULHER

Mulher, com M de menina, de moça, de mãe e de Maria.
Menina feliz, que brinca, que ri, que canta e que chora,
Em sua inocência transmite confiança,
Desconhece o futuro da vida lá fora.
Menina criança que da vida lá fora
Conhece a dureza pra sobreviver,
Que fica nas ruas pedindo, fugindo,
Pois no mundo em que vive é o que resta a fazer.

M de menina adolescendo, crescendo, sofrendo e vivendo
O processo de maturação que a idade lhe obriga,
Tal como a crisálida agarrada ao galho da árvore,
Desesperada desfaz-se do invólucro, que tanto a castiga.
M de moça, irradiando encanto em sua juventude,
Adolescente passou pela metamorfose da vida,
E em deslumbrante transformação,
Contempla o futuro com determinação.

M de mulher madura, que trabalha, que realiza,
Que participa buscando seu espaço na luta diária,
E em todas as profissões demonstra competência,
Busca igualdade, mesmo enfrentando represálias.
M de Menchú – da guatemalteca Rigoberta, Prêmio Nobel da Paz.
Que lutou por seu povo indígena, e pelo continente de todos nós,
E mesmo com pouco estudo era mestre na ciência,
Na ciência do humanismo e da luta pela sobrevivência.

M de Maria Carolina de Jesus em seu “Quarto de Despejo”.
Falando com humildade e sabedoria cultural de analfabeta,
Mostrou lados diferentes dos problemas brasileiros,
Das discriminações sem sentido para alguém tão altaneiro.
M de Margarida Alves, sindicalista paraibana,
Mártir defensora dos trabalhadores rurais,
Tal como Roseli Nunes da Silva – a gaúcha,
Que morreu defendendo direitos iguais.

M de Mãe, mulher forte e ao mesmo tempo tão doce.
Mãe casada, solteira, rica, remediada ou pobre,
Que acredita num mundo melhor para seus filhos,
Mãe de uma sociedade mais justa e de princípios nobres.
Mãe de imenso amor, incansável e sábia neste mundo,
Que é feliz com a felicidade dos que ama,
Porque amor de mãe é sublime, amor de mãe é profundo.

M de Maria. Virgem Mãe de todos nós,
Exemplo de fé, de esperança e despojamento,
Que por Seu Filho mostrou toda a coragem,
Mesmo com toda dor e sofrimento.
Virgem Mãe – A humanidade TE precisa,
Não nos desampare em nossa luta constante,
Envia forças para todas as mulheres,
Testemunharem seu amor a cada instante.

Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

PRIMAVERA DA VIDA

Na primavera da vida 
Eu te encontrei,
Meu mundo se coloriu,
Para o amor desabrochei.
Minha inocência?
Depositei nos jardins do paraíso,
Em sonhos a transformei.
Partiste!
O tempo passou.
Muitas primaveras se passaram,
Revoadas de pássaros multicores
Partiram e voltaram.
Flores... Muitas flores
Os ares embalsamaram,
Jardins, praças e casas enfeitaram.
O amor não voltou.
Como sementes na primavera,
Meus sonhos eu continuo a cultivar,
Navegando na esperança,
De um novo amor me despertar.
                                                                                                 Autora:Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

PRIMAVERA DA VIDA

Na primavera da vida 
Eu te encontrei,
Meu mundo se coloriu,
Para o amor desabrochei.
Minha inocência?
Depositei nos jardins do paraíso,
Em sonhos a transformei.
Partiste!
O tempo passou.
Muitas primaveras se passaram,
Revoadas de pássaros multicores
Partiram e voltaram.
Flores... Muitas flores
Os ares embalsamaram,
Jardins, praças e casas enfeitaram.
O amor não voltou.
Como sementes na primavera,
Meus sonhos eu continuo a cultivar,
Navegando na esperança,
De um novo amor me despertar.
                                                                                                 Autora:Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

SILÊNCIO

Mãe Terra está enferma, seu corpo precisa descansar.
Seu equilíbrio está frágil,
Ela precisa de amor para voltar a se enraizar.
Sua estrutura profundamente abalada,
Precisa de paz, do silêncio dos canhões, dos estampidos das armas,
Do fim das serras elétricas arrancando seus membros.
Suas veias, belas nacentes de rios estão ficando entupidas,
Precisam ser desobstruídas.
Suas montanhas, rochas ricas de beleza estão se abrindo,
Sangrando, se esvaindo.
Mãe Terra, nosso tesouro repleto de bens naturais clama.
É preciso restabelecer sua saúde, vamos protegê-la,
Nosso dever de filhos nos chama.
Venham!
Vamos plantar otimismo de verdes esperança.
Assim colheremos frutos de alegria e de bonança.
Vamos alimentá-la com a felicidade da relação viva do nosso ser,
Com o seu ser.
Somos muitos os que precisam dela para viver.
Vamos abraçá-la com carinho, encher suas sendas com flores,
Manter suas fontes aquecidas com correntezas livres, limpas,
São longas as distâncias percorridas.
Vamos deixar fluir a respiração numa entrega total,
Ajudá-la a sustentar suas matas, rios mar...
Precisamos estar juntos nesta firme decisão,
Como fontes de vida, energia cósmica 
Em plena comunhão.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

SILÊNCIO

Mãe Terra está enferma, seu corpo precisa descansar.
Seu equilíbrio está frágil,
Ela precisa de amor para voltar a se enraizar.
Sua estrutura profundamente abalada,
Precisa de paz, do silêncio dos canhões, dos estampidos das armas,
Do fim das serras elétricas arrancando seus membros.
Suas veias, belas nacentes de rios estão ficando entupidas,
Precisam ser desobstruídas.
Suas montanhas, rochas ricas de beleza estão se abrindo,
Sangrando, se esvaindo.
Mãe Terra, nosso tesouro repleto de bens naturais clama.
É preciso restabelecer sua saúde, vamos protegê-la,
Nosso dever de filhos nos chama.
Venham!
Vamos plantar otimismo de verdes esperança.
Assim colheremos frutos de alegria e de bonança.
Vamos alimentá-la com a felicidade da relação viva do nosso ser,
Com o seu ser.
Somos muitos os que precisam dela para viver.
Vamos abraçá-la com carinho, encher suas sendas com flores,
Manter suas fontes aquecidas com correntezas livres, limpas,
São longas as distâncias percorridas.
Vamos deixar fluir a respiração numa entrega total,
Ajudá-la a sustentar suas matas, rios mar...
Precisamos estar juntos nesta firme decisão,
Como fontes de vida, energia cósmica 
Em plena comunhão.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

SONETO DE NATAL

Tempo de Natal, tempo de amor,
De ajudar ao próximo nosso irmão,
Viver com sabedoria e simplicidade,
Ser feliz pelos caminhos do coração.

Jesus veio trazer a paz na terra,
Acendendo a chama da fraternidade,
Dias melhores para os seus filhos,
Serenidade, harmonia e felicidade.

Bem Vindo Jesus, Pai da humildade,
Dai-nos inteligência para a reflexão,
Iluminando-nos na fé da hospitalidade.

Que a paz verdadeira e esperada,
Venha contigo ao mundo salvar
A esperança de toda a humanidade.
                                        Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

SONETO DE NATAL

Tempo de Natal, tempo de amor,
De ajudar ao próximo nosso irmão,
Viver com sabedoria e simplicidade,
Ser feliz pelos caminhos do coração.

Jesus veio trazer a paz na terra,
Acendendo a chama da fraternidade,
Dias melhores para os seus filhos,
Serenidade, harmonia e felicidade.

Bem Vindo Jesus, Pai da humildade,
Dai-nos inteligência para a reflexão,
Iluminando-nos na fé da hospitalidade.

Que a paz verdadeira e esperada,
Venha contigo ao mundo salvar
A esperança de toda a humanidade.
                                        Autora: Gladis Rodrigues Moreno

Poesias

TEMPO

Foram tantos os anos que vivemos juntos,
Dias de amor e de felicidade,
Perderam-se no tempo em desalinho,
Que de saudade chego à insanidade.

Por onde andarás meu anjo amado,
Tanto tempo faz que não te vejo!
Talvez seja melhor que assim o seja,
Pois se te vejo meu amor fraquejo.

Se pra não sofrer perco-me no tempo,
Que importa se o futuro já foi ontem,
Passado de nós dois em acalento.

Se o presente derrama-se em lembranças,
E por receio fico à distância,
É que no futuro só vejo desalento.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

TEMPO

Foram tantos os anos que vivemos juntos,
Dias de amor e de felicidade,
Perderam-se no tempo em desalinho,
Que de saudade chego à insanidade.

Por onde andarás meu anjo amado,
Tanto tempo faz que não te vejo!
Talvez seja melhor que assim o seja,
Pois se te vejo meu amor fraquejo.

Se pra não sofrer perco-me no tempo,
Que importa se o futuro já foi ontem,
Passado de nós dois em acalento.

Se o presente derrama-se em lembranças,
E por receio fico à distância,
É que no futuro só vejo desalento.

Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

      A  MULHER-MÃE  E A  PAZ

Mulher! Por que será que Deus te fez assim,
Com este coração sensível e esta alma tão pura,
Com este útero tão propício ao abrigo de um feto,
E com tanta luz nos olhos que resplandece a candura,
Quão grande seja teu sacrifício e doridos teus desafetos?

Mulher! Será que foi porque Deus Te escolheria,
Para que Fosses a Mãe de Deus Menino?
Que por Tua Sublimidade iluminando corações,
Carregaria ao Teu encontro milhões de peregrinos,
Para que cheios de esperança pedissem paz, em orações?

Mulher-Mãe! Por quanto tempo ainda terás que carregar
Em teu peito, tanta tristeza e tanto sofrimento?
Ao ver teus filhos arrancados de teu seio,
Partirem deste mundo, em meio a guerras, e ao desalento
De um mundo conflitante, morrer em campo alheio?

Mulher-Mãe! Quantas lágrimas ainda terás que derramar,
Quantos filhos e filhos de teus filhos ainda irão sofrer,
Até que o mundo encontre paz e serenidade?
Quanta miséria humana ainda terás que ver,
Até que os homens se encontrem pela solidariedade?

Mulher! Que a paz que tanto pedes um dia chegue.
Que teu sublime poder de mãe amenize a fome, a dor,
E varra para sempre deste mundo a desolação,
E a transforme em alegrias, paz e amor,
E os irradie em ondas, por toda a imensidão.

Mulher – Mãe – Paz!  Palavras com sentidos afins.
Porque toda mulher tem um pouco de Maria,
E toda a mãe tem algo de Divino,
E toda a Paz aos homens era o que Jesus queria,
Quando morreu na cruz para mudar nossos destinos.

                                  Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Poesias

      A  MULHER-MÃE  E A  PAZ

Mulher! Por que será que Deus te fez assim,
Com este coração sensível e esta alma tão pura,
Com este útero tão propício ao abrigo de um feto,
E com tanta luz nos olhos que resplandece a candura,
Quão grande seja teu sacrifício e doridos teus desafetos?

Mulher! Será que foi porque Deus Te escolheria,
Para que Fosses a Mãe de Deus Menino?
Que por Tua Sublimidade iluminando corações,
Carregaria ao Teu encontro milhões de peregrinos,
Para que cheios de esperança pedissem paz, em orações?

Mulher-Mãe! Por quanto tempo ainda terás que carregar
Em teu peito, tanta tristeza e tanto sofrimento?
Ao ver teus filhos arrancados de teu seio,
Partirem deste mundo, em meio a guerras, e ao desalento
De um mundo conflitante, morrer em campo alheio?

Mulher-Mãe! Quantas lágrimas ainda terás que derramar,
Quantos filhos e filhos de teus filhos ainda irão sofrer,
Até que o mundo encontre paz e serenidade?
Quanta miséria humana ainda terás que ver,
Até que os homens se encontrem pela solidariedade?

Mulher! Que a paz que tanto pedes um dia chegue.
Que teu sublime poder de mãe amenize a fome, a dor,
E varra para sempre deste mundo a desolação,
E a transforme em alegrias, paz e amor,
E os irradie em ondas, por toda a imensidão.

Mulher – Mãe – Paz!  Palavras com sentidos afins.
Porque toda mulher tem um pouco de Maria,
E toda a mãe tem algo de Divino,
E toda a Paz aos homens era o que Jesus queria,
Quando morreu na cruz para mudar nossos destinos.

                                  Autora: Gladis Rodrigues Moreno

 

Publicações Acadêmicas

Pesquisa sobre Estudo das Variáveis-Qualidade dos Instrumentos Aplicados no Vestibular e Nível de Preparação dos Candidatos para Ingresso na Universidade.

Processo Seletivo UFPel – 2000.

Pesquisa e Elaboração do Relatório, editado pela Editora e Gráfica da UFPel. Março de 2001.

Resumo do Trabalho: A verificação da variável Qualidade das Questões dos Instrumentos Aplicados foi feita de várias formas:

A variável-Nível de Preparação dos Candidatos para Ingresso na Universidade foi estudada pelo método simplificado para cálculo das medidas de tendência central (M e Md) e do desvio padrão (DP).

A análise dos resultados foi feita pela estatística descritiva. Como valores para sintetizar e descrever as notas tomou-se a (M) e Md). Para expressar o tamanho da diferença dos grupos (variabilidade), utilizou-se o DP. Através do cálculo do DP, do coeficiente de variação (CV) e da transformação das notas em escores padrão z (escore z), foi possível estabelecer-se a homogeneidade e/ou heterogeneidade dos grupos, o nível de preparação dos candidatos e a posição do vestibulando no grupo, com relação à média, em unidades de DP, (na média, DP acima e/ou abaixo da média).

A análise descritiva foi realizada seguindo determinados critérios, como por exemplo, a comparação entre grupos que responderam as mesmas provas, cuja distribuição de freqüência tinha a mesma amplitude entre os limites de classe, numa série contínua, sem freqüência zero, para reduzir, ao máximo possível, a perda da identidade dos escores originais, etc.

A validade pelos métodos empregados, assume sua verdadeira importância na manipulação e interpretação dos dados, que servem para evitar julgamentos subjetivos. Os critérios adotados apresentam-se de forma a possibilitar conclusões precisas e objetivas.

Observação: os Relatórios do Processo seletivo 2001/2002 foram deixados no CES/UFPel para edição, aos cuidados do então Diretor.

 

Escola Castro Alves. Recanto Infantil – Castro Alves. 50 Anos.

Gráfica e Editora Tamandaré LTDA. Dez/2001.

Resumo do trabalho: A publicação escrita sob forma de Acróstico, foi em homenagem aos 50 anos que a Escola completava no ano seguinte (2002), e na época da publicação trabalhávamos o projeto Feira da Expressão – Iniciação à Poesia.

Revela a tendência educativa, os princípios filosóficos e pedagógicos do Projeto Político-pedagógico, e a operacionalização do Plano Global - item Caracterização da Escola.

 

O Despertar de Uma Consciência Crítica – Visão Pedagógica.

Revista Arte & Cultura. Gráfica UCPel. 1990.

Resumo do trabalho: Visão Pedagógica foi uma entrevista que teve a participação da Professora Georgina Liete Nunes, enquanto éramos profissionais da Assessoria Pedagógica da UCPel. No que se refere a minha participação, destaco a importância da leitura na infância, principalmente o papel que os professores desempenham no desafio de trabalhar a consciência crítica reflexiva, partindo do contexto da criança, para que ela encontre significado no que lê, e isso desperte o seu interesse pela leitura.

Abordo a questão metodológica da leitura na sala de aula, o despreparo dos professores para a análise crítica da realidade e a necessidade de adquirir o hábito da leitura, considerando-a como meio que influencia em todos os aspectos da nossa vida. Comento, também, sobre a demonstração de força e poder dos personagens americanos e japoneses, em comparação ao personagem brasileiro dos desenhos de Walt Disney, o Zé Carioca e sua malandragem.

 

Plano Plurianual da 5ª DE – Pelotas.

Aprovado pela SE/RS, referenciado nos Informes da 5ª DE, Diário Popular de 26 de outubro de 1991, e entrevista sobre o assunto na Rádio Cosmos, às 12h e 50 min. Do mesmo dia.

Resumo do Trabalho: O Plano teve como objetivo, nortear as ações previstas para o período de 1991 a 1994, com referencial envolvendo aspecto social, econômico e educacional, estudos comparativos e variáveis mais detalhadas, para relacioná-las às necessidades mais prementes da época. A segunda parte constou de uma proposta operacional, com a finalidade de oferecer oportunidade de estudos desde a Pré - Escola até o 2º Grau, e manter a educação permanente do homem na região. Propunha objetivos que visavam a expansão do ensino de 1º e 2º Graus, regular e supletivo, nos doze municípios de abrangência:

 

Trabalho sobre Núcleo de Estudos sobre Alfabetização.

Editora Gráfica da UFPel. 1991

Resumo do trabalho: O Núcleo de Estudos sobre Alfabetização surgiu como decorrência do Projeto "Alfabetização-Desafio Regional", elaborado pelas professoras Gladis R. Moreno, Maria Dias Blois e Yeda da Silva Porto, que teve como objetivo, possibilitar o acesso dos indivíduos aos bens culturais e sua integração no processo social.

A criação do Núcleo de Estudos Sobre Alfabetização, de autoria das mesmas professoras, congregava alunos, professores e pessoas da comunidade, interessadas na análise e procura de soluções para o problema do analfabetismo na Região, com vistas a organizar e operacionalizar uma proposta pedagógica adequada e eficaz.

Os fundamentos para sua criação justificam-se na concepção de que as conquistas humanas, entre as quais se inclui o saber, constituem-se em direito de todos, seja qual for a condição individual de cada um, e na convicção de que é compromisso da Universidade popularizar o conhecimento, promovendo a integração do maior número de pessoas ao mundo da cultura.

 

Pesquisa Interinstitucional e Binacional “Variabilidad y Processos Dialectales en el Continuo Portugues de Rio Grande do Sul/Dialectos Portugueses del Uruguai y su Repercusion en el Area de la Educacion”.

ASPES/UFRGS/UFSM/UR/AUR – Uruguai. 1987/1988.

Resumo do trabalho: Participei do projeto como Coordenadora geral (ASPES-Brasil), juntamente com demais coordenadores de outras Instituições de Ensino Superior, estando esta assim constituída:

Coordenação Geral do Projeto

O projeto teve como objetivo básico, descrever as características do processo de dialetização das falas portuguesas e espanholas na zona fronteiriça brasileiro – uruguaia, e explicar a profunda relação entre este, e o processo educativo.

A linha metodológica foi definida pela caracterização dos objetivos específicos, que levaram a organizar a investigação em torno de três equipes disciplinares: sociodialectológica, educativa e sócio-histórica.

Além de coordenadora geral pela ASPES, fazia parte da equipe educativa, que realizou a primeira linha metodológica, “Investigación bibliográfica y documental en diversas instituciones de ambos países. Solicitud de materiales en bibliotecas e instituciones extrangeras. Formación de un banco de datos que puederia servir, posteriormente , a otros investigadores. El primer seminário de profundización y discusión teórica sobre los aspectos los cuales se basea la investigacón en el cual participaron todos los intervenientes en el proyecto, tuvo la duración de una semana, en noviembre/ 1988.”

No início do ano de 1989, por motivo de transferência de Livramento para Pelotas, onde assumi atividades em outras instituições, fiquei impossibilitada de continuar no projeto. Os textos publicados ficaram a cargo das instituições envolvidas.

 

Avaliação. Artigo publicado no Caderno de Cultura Nº 1. Ano 1987.

ASPES - Associação Santanense Pró – Ensino Superior.

Resumo do trabalho: Para compreendermos a avaliação como processo, em seu sentido mais amplo, temos que ter consciência de que ela é um meio e não um fim em si mesma, delimitada pela teoria e pela prática que a circunstancializa.

Enquanto parte de um contexto, não se realiza num vazio conceitual, mas dimensionada pelo modelo social e educacional que se manifesta através da nossa prática. Precisa ser trabalhada numa pedagogia voltada para a transformação social, inter-relacionada ao movimento dialético de ação-reflexão – ação, para que ela se manifeste como mecanismo de diagnóstico da situação, tendo em vista o avanço e o crescimento do aluno...

 

 

O diagrama representa a avaliação no seu sentido mais amplo, dentro do contexto que, como fala Luckesi (1978), “é um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade, tendo em vista uma tomada de decisão”. Segundo ele, o julgamento, embora sendo qualitativo deve ser também objetivo”. Isto requer aplicação de vários instrumentos de avaliação por parte do professor, para que estes permitam obtenção de dados relevantes. Os testes como instrumentos de medida são também instrumentos de avaliação, quando os itens envolvem aspectos qualitativos nos níveis de desempenho esperado na solução do problema proposto. A medida, por sua vez, dá o caráter de objetividade à avaliação.

 

Seminário Internacional de Alfabetização – Educação sem Fronteiras.

Revista do Seminário, Publicação ASPES – Edição julho de 1986. Entrevista para o Jornal “A Platéia“, como organizadora e coordenadora da Comissão de Infra-Estrutura, no dia 22/07 1986.

Resumo do trabalho: Fragmentos da Entrevista.

"A fronteira Livramento / Rivera viverá, hoje, um dos momentos mais importantes em termos de discussão educacional, quando vai reunir educadores da Argentina, Uruguai e do Brasil, num relato de experiências e troca de informações inseridas no contexto da educação na América Latina."

"...A ASPES oferece de hoje até o dia 25, o Seminário Internacional de Alfabetização, quando mais de mil participantes irão estar presentes ao evento, (inscrições confirmadas) oportunidade em que serão feitos palestras e painéis abordando vários aspectos do ensino, como fator fundamental de preparação do homem à sociedade."

"... O S I A superou as expectativas em termos de participação e área de abrangência, e com participantes e palestrantes nacionais e internacionais."

"... O local será no Cine GRAND REX, na Av. Sarandi, Nº 438, em Rivera /ROU e terá início às 9h12min., com recepção e entrega de material. Às 14h inicia-se a sessão solene de abertura, com a Professora Cecília Silveira, Diretora do CESu/ASPES..."

 

Elaboração do Projeto de Implantação do Instituto Binacional.

Ensino, Pesquisa e Extensão.Apoio UFSM / UR (ROU) / Secretaria Especial de Assunto Internacionais-RS / SE / Secretaria do Planejamento do Estado do Rio Grande do Sul.

Resumo do trabalho: A primeira parte do projeto foi um diagnóstico da região envolvendo os aspectos econômicos, sociais, culturais e educacionais.

A segunda parte constou da elaboração de um documento de todas as atividades conjuntas, e a assinatura de um convênio entre:

A terceira parte foi a operacionalização da proposta, com a finalidade de aperfeiçoar a infra-estrutura já existente no CESu/ASPES, para a execução de projetos educacionais e de pesquisa na área da educação, saúde e agropecuária, previstas para a região, através do acordo firmado.

 

Plano Plurianual do CESu / ASPES –1987/1991.

Divulgado na Edição do Jornal “ ASPES na Cultura Regional”.

Resumo do trabalho: O Plano teve como objetivo geral, oferecer a permanente formação científica, frofissional e técnica à comunidade regional, bem como promover o desenvolvimento sócio – econômico - cultural e educacional, e a conseqüente valorização do homem na sociedade.

Para facilitar o alcance dos objetivos geral e específicos, e garantir o acompanhamento e avaliação do plano, a metodologia de execução constava de três grandes programas:

Os programas eram executados através de projetos, dependendo das metas previstas. Cada programa, bem como projetos e/ou atividades possuíam seus coordenadores, envolvendo todos os setores da IES e professores cedidos pela 19ª DE e SMEs. Ainda como forma de garantir a integridade na execução, acompanhamento e avaliação do Plano Global, seus objetivos específicos foram elaborados para se tornarem os objetivos gerais dos programas, e cada uma de suas metas apresentava - se como forma de projeto e/ou atividade, dependendo da sua abrangência, e planejadas de forma detalhada, conforme natureza e época a ser realizada. Na ocasião, foi uma das formas mais viáveis encontradas para garantir um plano tão abrangente exeqüível, com interfaces que mobilizava toda a comunidade regional.

Publicações Literárias

 A expressão do amor.

Livro de autoria de Gladis Rodrigues Moreno. Editado pela Editora e Gráfica da Universidade Federal de Pelotas. Novembro de 2005.

Resumo do trabalho: Nesta obra, a autora expressa a manifestação do amor através de várias formas em meio ao homem e sua natureza, na vivência em interação com outros seres humanos.

O romance A EXPRESSÃO DO AMOR apresenta três etapas importantes da vida da personagem, enquanto criança, na adolescência e na fase adulta, vivendo cada uma delas marcadas pelas suas características próprias, mas sempre alicerçadas em princípios cristãos, onde a fé, o amor, a esperança e a perseverança foram a base sólida para superar todas as adversidades de sua vida e da vida de sua família.

   

Nas Asas da Paz

Participação no livro com poesias publicadas nas Cirandas da Confraria Poetas Del Mundo Rio Grande do Sul - Brasil. 2007.

O livro teve a administração e Organização de Ieda cunha Cavalheiro, e seu lançamento foi em Bento Gonçalves/RS, no dia 04 de outubro de 2007, como um dos eventos do XV CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA, III CONGRESSO INTERNACIONAL PRYECTO SUR; XV ENCONTRO LATINO AMERICANO DE CASAS DE POETAS E XII MOSTRA INTERNACIONAL DE POESIA VISUAL, realizados no período de 01 a 06 de outubro de 2007.
Na oportunidade, os autores declamaram e/ou leram suas poesias em uma programação especial do evento.
Ver poesias publicadas neste site.

   

Poetas pela Paz e Justiça Social

Participação com poesias no livro Poetas Pela Paz e Justiça Social - Coletânea organizada por Rossyr Berny. Porto Alegre/RS. Brasil. Editora Alcance. 2007.

O livro foi lançado na Feira do Livro em Porto Alegre/RS, no dia 09/112007. Tem 400 págs e a participação de 225 poetas de diversos estados do Brasil, da América do Sul, do México, Porto Rico, República Dominicana, Cuba e outros. Durante 24 horas, os autores estiveram declamando suas poesias. As poesias da autora Gladis Rodrigues Moreno publicadas no Livro foram: Meu Compromisso Com a Paz, A Paz Mundial, Mulher e É Natal.

 
 

Centro Literário Pelotense - 20 anos de Literatura. 1987 - 2007

Participação com poesias no livro Centro Lietário Pelotense. 20 Anos de Literatura. 1987 - 2007.

Coletânea organizado por Lígia Antunes Leivas. Pelotas/RS. 2007.
Lançado na Feira do Livro de Porto Alegre/RS no dia 09/11/2007, e em Pelotas/RS no dia 14/11/2007.

As poesias publicadas no livro encontram-se neste site.



 

 



Login  
E-mail:
Senha:
    
 Cadastre-se Agora! 

Acessos:

CHAT
Apelido
Cor
                 
Imagem
Sala
Poesia Vazia
Pesquisa Vazia
Literatura Vazia